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CASA DO GAIATO

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A missão é: Acolher, educar e integrar na sociedade crianças e jovens que, por qualquer motivo, se viram privados de meio familiar normal.

A Obra da Rua nasceu em Portugal, em 1940, tendo como finalidade a educação e formação de crianças abandonadas. As “Casas do Gaiato” estão localizadas predominantemente em aldeias fora das cidades, e nas cidades a sua função é a de apoiar os que estudam no nível médio e superior, ou que já trabalham inseridos na sociedade.

Em Moçambique antes da independência, de 1967 a 1976, foi construída uma casa numa fazenda próxima em Marracuene, na província de de Maputo, onde hoje se encontra a Academia da Polícia – ACIPOL.

No ano de 1989, a Obra da Rua foi convidada a retornar a Moçambique, pelo Sr. Cardeal D. Alexandre, a pedido do Sr. Presidente da República, para ajudar na solução de um dos graves problemas que o país estava a viver após a guerra: o grande número de crianças na rua.

Foi definido o local para a instalação da Casa do Gaiato, e o seu regresso foi apenas possível em 1991. Actualmente a Casa do Gaiato está localizada a mais de 40km da Cidade de Maputo, no distrito de Boane, próximo da Barragem dos Pequenos Libombos.

A Casa do Gaiato está registada como uma Instituição Privada de Solidariedade Social.

A manutenção da Casa do Gaiato depende de projetos, doações e actividades de auto sustentabilidade, nas quais os próprios rapazes da Casa do Gaiato no sistema de autoaprendizagem participam, com o acompanhamento dos mestres, professores e rapazes mais velhos, desenvolvendo as suas aptidões e descobrindo uma futura profissão, num ambiente familiar.

A Casa do Gaiato de Maputo é uma família para quem não a tem.

Actualmente possui capacidade para acolher 150 crianças, proporcionando-lhes uma formação humana, académica e profissional de acordo com a idade e a aptidão de cada rapaz. A Escola é Comunitária, com capacidade para acolher 600 alunos externos, da pré à 10ª Classe. Acompanha os internos com idade superior a 18 anos em formação profissionalizante ou académica, até que consigam emprego, autossustento. Tem ainda actividades de desenvolvimento comunitário envolvendo os rapazes e a comunidade.
A Filosofia do fundador da Casa do Gaiato Padre Américo de Aguiar

Auto-aprendizagem: “Obra de Rapazes, para rapazes e pelos rapazes.”
Espirito de Familia: “A Casa do Gaiato é uma família para os que não a tem.”
Participaçao da comunidade: “Somos uma porta aberta”
Internos: os próprios rapazes desempenham as actividades diárias da Casa, das oficinas e dos vários sectores procurando descobrir suas aptidões para o desenvolvimento de uma futura profissão.
Externos: os responsáveis acompanham directamente os rapazes fora da Casa do Gaiato apoiando as suas iniciativas e integrando-os na sociedade.
Comunidade: participação activa dos mestres, trabalhadores, professores, encarregados de educação e outros nos vários programas e actividades da Casa.